Entre 2022 e 2024, diversos bancos reduziram funcionamento de unidades presenciais para focar no digital e cortar custos
Entre 2022 e 2024, 53 agências bancárias deixaram de funcionar em Goiás. O número consta no levantamento Goiás em Dados, divulgado nesta segunda-feira (20) pelo Instituto Mauro Borges (IMB). Há quatro anos, 601 agências estavam instaladas no estado, agora são 548.
Os dados vão ao encontro das estatísticas do Banco Central, que apontam que os bancos têm fechado agências físicas no Brasil, com quase 6 mil unidades encerradas em uma década. O principal motivo é a digitalização acelerada dos serviços, alta no uso de Pix/mobile banking. Além, é claro, da necessidade de reduzir custos operacionais.
Bancos tradicionais, inclusive, têm focado em atendimento digital e bancos digitais, o que tornou muitas agências obsoletas e até descartáveis.
Em Goiás, o banco que mais fechou agências no período foi o Itaú Unibanco. Foram 30 agências cuja operação foi encerrada. Depois aparecem o Bradesco, com 24; Caixa Econômica Federal, com cinco; e Santander, com duas.
Se em 2022 o Itaú Unibanco tinha o maior número de agências no estado, com 151, agora este posto é do Banco do Brasil, com 143. O BB, aliás, manteve, em 2024, o número de 2022. O segundo lugar é da Caixa, com 141, e o terceiro do Itaú Unibanco, com 121.
O Bradesco tem 71 agências em funcionamento em Goiás, enquanto o Santander mantém 38 em operação no território goiano. O BRB tem 11, e o Banco Safra, quatro. Todos os demais têm uma única agência aberta.
Fonte: DM Anapólis






